ALOPECIA FEMININA ⋙ [ CAUSAS, TRATAMENTOS E REMÉDIOS ]

Sem dúvidas, a queda de cabelo é algo que pode ser considerada normal e que faz parte do ciclo de crescimento dos fios. No entanto, você já ouviu falar da alopecia feminina?

O nome até pode parecer meio estranho, mas ele serve para designar uma condição bastante comum, chamada popularmente de calvície, que pode acontecer tanto em homens quanto em mulheres.

O quadro de alopecia androgenética, que é o nome correto, acontece por causa de uma hipersensibilidade nos receptores de hormônios que ficam no couro cabeludo.

Com isso, os fios vão se afinando progressivamente até que ocorre uma obstrução completa do folículo piloso, que é onde os fios nascem.

Embora seja muito mais comum em homens, a alopecia feminina acontece com cerca de 5% das mulheres no mundo todo.

Então, se você está interessado e quer saber um pouco mais sobre essa condição, continue lendo e descubra tudo o que você precisa saber sobre a alopecia feminina.

O que é a alopecia feminina?

Alopecia Feminina Causas e Tratamentos

Como já foi dito, a alopecia feminina nada mais é do que a queda de cabelo em mulheres que ocasiona um quadro de calvície.

Essa é uma doença hereditária, caracterizada pela queda de cabelos. No processo, os fios vão ficando cada vez mais finos até que, simplesmente, não crescem mais.

Nos homens o problema é bastante comum, especialmente com a chegada da idade, causando as famosas “entradas” na parte frontal da cabeça, que vão aumentando com o passar do tempo.

Já nas mulheres, o problema atinge uma pequena quantidade da população, mas de uma forma bem semelhante, ou seja, pequenas falhas que vão aumentando.

Infelizmente, assim como para os homens, a alopecia feminina não tem cura. Mas pode ser controlada ou revertida. No entanto, é preciso estar ciente de que é preciso usar adequadamente os medicamentos para controlar o problema.

Identificando a alopecia feminina

O sinal inicial da alopecia feminina é a perda de cabelo mais difusa, tornando eles ralos e deixando o couro cabeludo mais visível. A risca do cabelo também tende a se alargar, visto a maior distância entre os fios.

No entanto, vale lembrar que nem toda queda de cabelo é sinal de alopecia feminina. Justamente por isso que é tão importante contar com a avaliação de um profissional qualificado para diagnosticar o quadro.

Isso porque, muitas vezes, a fraqueza que leva os fios de cabelos a caírem pode estar associada com outras condições, tal como a falta de vitaminas para cabelo ou à produção de hormônios.

Mais do que isso, vale lembrar que a alopecia feminina não tem relação com a queda de uma grande quantidade de cabelos. Nessa condição, os fios vão afinando de forma gradual, até o que folículo fique obstruído e ele não nasça novamente.

Como tratar a alopecia feminina?

Como já foi explicado, assim como no caso da alopecia masculina, a alopecia feminina não tem cura. No entanto é possível atenuar ou reverter o quadro quando utilizado o tratamento correto para isso.

As formas de tratamento são distintas, podendo-se usar remédios para queda de cabelo, que atuam bloqueando a ação hormonal, ou mesmo produtos de uso tópico, como loções que atuam diretamente no couro cabeludo, oferecendo nutrientes e estimulando que os fios engrossem e fiquem espessos.

Então, vamos conhecer as principais formas e tratamento da alopecia feminina:

  • Mesoterapia: consiste em micro injeções contendo vitaminas que estimulam o crescimento dos fios de forma direta no folículo piloso.
  • Medicamento tópico: loções e xampus que são aplicados diretamente na região, sendo mais indicados quando o problema ainda está em estágio inicial. Como o problema é evolutivo, o tratamento deve ser instituído o quanto antes e mantido prolongadamente.
  • Transplante capilar: esse tipo de procedimento é indicado quando o problema já está em um estágio avançado. Então, são retirados os fios da área de cabelo próxima ao pescoço e eles são novamente fixados em outras áreas do couro cabeludo. Normalmente 2 sessões já bastam, com resultados que aparecem depois de 6 meses.
  • Laser: a aplicação de laser é indicada para quem tem predisposição genética à alopecia feminina. Isso porque ele atua alterando o ciclo de crescimento dos pelos, fazendo com que retornem à fase de crescimento. O ideal é a aplicação de cerca de 6 sessões com intervalos de 15 entre cada uma.

Sem dúvidas não é fácil lidar com o tratamento da alopecia no dia a dia. Especialmente porque é essencial entender que é um problema ainda sem cura e cujo tratamento não tem um fim.

Isso sem falar que muitos tratamentos demoram um bom tempo para apresentarem resultados visíveis.

Por isso é essencial ter uma rotina de cuidados que favoreçam os bons resultados, além de não interromper o tratamento para que o quadro não piore.

Pronto, agora você já sabe um pouco mais sobre a alopecia feminina, como ocorre, tratamentos e como lidar com o problema!


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Sobre o autor | Website

Olá, sou mãe de duas filhas, casada e adoro falar sobre saúde e bem estar, por isso que resolvi criar o blog Revista Bem Estar, onde posso estar expondo minhas ideias sobre saúde e bem estar.

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